quinta-feira, 15 de abril de 2010

FIQUEM LIGADOS... ATUALIDADE

Países do BRIC querem transações comerciais em moeda local

Comunicado conjunto também pede reforma do FMI e do Banco Mundial.
Os países defendem mudança substancial no poder de voto das nações.
Nathalia Passarinho e Alexandro Martello
Do G1, em Brasília

Os países membros do Bric (Brasil, China, Rússia e Índia) anunciaram nesta quinta-feira (15), durante reunião em Brasília, a intenção de implementar transações comerciais entre os países membros do grupo em moeda local, ou seja, sem a intermediação do dólar ou do Euro.
De acordo com o memorando de entendimento aprovado durante a cúpula, os ministros da Fazenda e presidentes dos bancos centrais de Rússia, Índia, China e Brasil vão negociar acordos de cooperação monetária para facilitar investimentos e ampliar o comércio no âmbito do Bric.
Os presidentes dos países do Bric também assinaram comunicado conjunto no qual também pedem pela conclusão das reformas do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial (Bird).
"Reformar a estrutura de governância destas instituições requer uma mudança substancial no poder de voto em favor das economias dos mercados emergentes, e dos países em desenvolvimento, para fazer com que sua participação, na tomada de decisões, se alinhe com o seu peso relativo na economia global", informa o comunicado conjunto.
Além disso, os países do BRIC também defendem que a equipe destas instituições internacionais reflita a diversidade de seus participantes. "Há uma necessidade de aumentar a participação dos países em desenvolvimento", diz o documento.
O comunicado também informa que os governos dos quatro países estão convencidos de que as economias emergentes têm o potencial de desempenhar um papel maior como motor do crescimento econômico mundial e da prosperidade.

FIQUEM LIGADOS... ATUALIDADE

Países do BRIC querem transações comerciais em moeda local
Comunicado conjunto também pede reforma do FMI e do Banco Mundial.
Os países defendem mudança substancial no poder de voto das nações.
Nathalia Passarinho e Alexandro Martello
Do G1, em Brasília

Os países membros do Bric (Brasil, China, Rússia e Índia) anunciaram nesta quinta-feira (15), durante reunião em Brasília, a intenção de implementar transações comerciais entre os países membros do grupo em moeda local, ou seja, sem a intermediação do dólar ou do Euro.
De acordo com o memorando de entendimento aprovado durante a cúpula, os ministros da Fazenda e presidentes dos bancos centrais de Rússia, Índia, China e Brasil vão negociar acordos de cooperação monetária para facilitar investimentos e ampliar o comércio no âmbito do Bric.
Os presidentes dos países do Bric também assinaram comunicado conjunto no qual também pedem pela conclusão das reformas do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial (Bird).
"Reformar a estrutura de governância destas instituições requer uma mudança substancial no poder de voto em favor das economias dos mercados emergentes, e dos países em desenvolvimento, para fazer com que sua participação, na tomada de decisões, se alinhe com o seu peso relativo na economia global", informa o comunicado conjunto.
Além disso, os países do BRIC também defendem que a equipe destas instituições internacionais reflita a diversidade de seus participantes. "Há uma necessidade de aumentar a participação dos países em desenvolvimento", diz o documento.
O comunicado também informa que os governos dos quatro países estão convencidos de que as economias emergentes têm o potencial de desempenhar um papel maior como motor do crescimento econômico mundial e da prosperidade.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Que este seja realmente nosso MELHOR ano

É isso, boa sorte pra todo mundo, muitos sonhos e a vontade por lutar por seus objetivos, que este seja realmente nosso MELHOR ano

Tudo já esta enfim remediado
Não olhe pra seus próprios rascunhos
Ou jamais escreverá novas historias
Não faça perguntas
Procure suas próprias respostas
Não sei se os finais felizes existem
Mas apenas o fato de busca-los
É um excelente meio de aprender a viver


by:Carol

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

OCORRÊNCIAS CLIMÁTICAS

Por Luana Cechin - aluna da 1ª série do ensino médio

Este trabalho vem justamente oferecer sugestões e ideias que podem fazer você mudar o seu jeito de pensar e agir sobre nosso planeta e sobre as ocorrências climáticas. Às vezes a ideia de um desenvolvimento técnico que proporciona cada vez mais o bem estar e material pode levar o ser humano a ignorar as fragilidades da natureza. Os seres humanos não respeitam a natureza e utilizam benefícios próprios que a sociedade moderna criou em um mundo artificial, distante da natureza original que é transformada, constantemente. Ela derruba florestas, polui águas e o ar, extermina a fauna e a flora, modifica o solo. E tudo isso faz com que a natureza não suporte, daí ocorrem os terremotos, tsunamis, enchentes, vendavais, furacões, e outros fenômenos catastróficos. A exploração é tanta que daqui alguns anos teremos que aprender a viver sem a natureza, e procurar sobreviver aos desastres ou morrer, e assim acabando a vida na terra. Assim como os dinossauros e outros animais estão extintos, nós a raça humana também poderemos sê-lo. Afinal o nosso grande desafio para os próximos anos será considerar os elementos de natureza aliados, e não meros recursos explorados.
Percebam os acontecimentos recentes - Terremotos provocam tsunamis nas ilhas Samoa e Samoa Americanas. Um terremoto de 8 graus na escala Richter ocorrido nos dias 29 de Setembro de 2009, às seis horas e quarenta e oito minutos locais, quatorze e quarenta e oito horas de Brasília, a 160 km a sul de Apia, Samoa, provocou uma onda de pelo menos 3m que atingiu as ilhas Samoa e Samoa Americana. O tremor foi detectado a 18 km de profundidade, numa região onda a placa do pacífico vai de encontro com a placa da Austrália, a 86 mm/ano. Provocou a morte de pelo menos 63 pessoas na costa das ilhas Samoa ,Samoa Americana e Fuji.O mar avançou mais de 100m na Samoa Americanas. Terremoto na Indonésia. Foi um terremoto de magnitude 7,0 registrado no dia 24/10/09, na Indonésia. Ocorreu a uma profundidade de 148 km e teve como epicentro Banda Sea, distante 222 km a noroeste de Saumlaki nas ilhas indonésia de Tanimbar.
Consequências climáticas: Chuva: enquanto algumas regiões devem sofrer com o excesso de chuva, outras poderão sofrer com a falta da mesma. Haverá menos água potável para o consumo humano. Nível do mar: o nível do mar vai subir 1%porque a água vai se expandir e ocupar espaço, por causa do aumento da temperatura global. porque o gelo e as geleiras dos lugares mais frios do planeta, como a Groelândia e Antártida, já estão derretendo e se misturando ao mar. Agricultura:o aumento da temperatura e a redução das chuvas diminuirá a produção de cereais ,e outros alimentos ,afetando assim a economia nas regiões fortemente abaladas. Doenças: poderá aumentar a incidência doenças típicas de países em desenvolvimento, como malaria e a dengue. Floresta tropical: pode-se levar a extinção de grandes áreas de florestas tropicais no Brasil e em outros países. Biodiversidade: qualquer mudança, por menor que seja, pode ser devastadora. Muitas espécies de plantas e animais se adaptariam ou mudariam com a alteração do clima , mas muitas desapareceriam.
Diante a complexidade da realidade perante as ocorrências climáticas, que vem atingindo nosso planeta, sinto-me no dever de dizer que a vida de milhares de pessoas está em risco por decorrência de cada um dos acontecimentos climáticos que tem uma dinâmica diferente e um impacto único, mas todos merecem igual atenção dos responsáveis pela coordenação de desastres e gestão de riscos. Isto é decorrente da ação do homem junto à natureza. O homem parece não ter noção do estrago que está fazendo na beleza natural do nosso planeta. Mesmo que paremos de fazer queimadas, derrubar árvores e usar combustíveis fósseis, o clima da terra irá mudar de forma mais radical do que imaginamos, e, ainda vamos sofrer as conseqüências dos abusos já feitos ao meio ambiente.

Temos que nos conscientizar que a vida no planeta está correndo o risco de acabar por culpa do homem, não precisamos esperar o outro começar a cuidar, para nós nos tocarmos e cairmos na real, que corremos risco de vida. Assim como a educação começa em casa, a conscientização começa na cabeça de cada pessoa que quer ver um mundo mais justo e saudável. Então pare e pense o que queremos para o futuro do nosso planeta?

Fontes bibliográficas:
HTTP://icatorze.wordpeess.com, www.estadao.com.br/noticias,
www.últimosegundo.ig.com.br, www.ipt.be/noticias_interna.php

sábado, 10 de outubro de 2009

Reflexões que permeiam as mentes.

Os desequilíbrios ambientais estão ficando evidentes. As alterações bruscas no tempo estão influenciando diretamente os climas, nas mais diversas partes do globo. São conseqüências da evolução do planeta? Ou são respostas aos seres humanos do descaso com a falta de cuidados e a exploração do lugar onde foram abrigados? O que está ao alcance da ciência para que sejam desvendados todos estes episódios catastróficos? Quais são as mensagens que devem ser lidas por toda humanidade? São reflexões que permeiam as mentes e que suscitam novas atitudes.
Os jovens também são provocados a questionar e refletir. Logo abaixo segue um texto, parte de um estudo realizado com os alunos do ensino médio da segunda série. (Prof Raquel)

Marcas da destruição.
Por Aline Engelmann

O século XXI chegou e as marcas da destruição desordenada da natureza estão cada vez mais preocupantes. Os impactos ambientais eram muito pequenos no início da história do homem. O aumento populacional e o desenvolvimento tecnológico, no decorrer do tempo, intensificaram rapidamente a dimensão desses impactos. Na natureza existe uma harmonia nas relações entre os seres vivos e o meio ambiente. É o chamado equilíbrio ecológico, e o homem quebrando essa harmonia provoca os impactos ambientais.

É verdade que a própria natureza, com erupções vulcânicas, terremotos, furacões, maremotos, também provocam grandes estragos no meio ambiente. Mas é preciso lembrar que muitas vezes, ela responde as agressões que são submetidas pelo homem. Tempestades ou secas rigorosas ocorrem em virtude das mudanças climáticas decorrentes dos desmatamentos. E o uso inadequado dos solos para a agricultura tem aumentado o processo de desertificação em quase todos os continentes.

Sem dúvida, a chamada sociedade de consumo, que se formou a partir do modelo capitalista, na qual, para ser feliz não basta consumir o necessário, mas, se possível, também o supérfluo, acabou com as relações do homem com o meio ambiente. Passando assim a enxergar a natureza como um simples depósito de matérias-primas, e explorá-la de uma forma descontrolada, em busca apenas do seu conforto.

Mas como já sabemos, a industrialização foi o que mais acelerou o processo de destruição da natureza. Com a revolução industrial e a revolução tecnológica, o homem não é mais submetido ao meio natural. Desenvolveu técnicas para vencer os obstáculos naturais e explorar os recursos que o meio ambiente lhe oferece.

O homem desconhecendo ou simplesmente ignorando que os recursos naturais são findáveis explora a natureza além dos seus limites, desrespeitando qualquer forma de recuperação. Mas toda essa agressão à natureza não ficou impune. Os inúmeros impactos ambientais que vem ocorrendo ao longo da história, ameaçam não só a sobrevivência do homem, como os demais seres vivos da Terra.

Exemplo disso está o nosso bem mais precioso. Água fonte da nossa sobrevivência. Existem dados que mostram que apenas 0,44% da água disponível hoje no nosso planeta podem ser aproveitados pelo homem, que em 2025 vamos ter que sobreviver com apenas 50 litros de água e ainda de má qualidade por dia, e que em alguns anos a água será mais cara que a gasolina. Nem assim somos capazes de nos dar conta do tamanho da sua importância, de como ela deve ser preservada.

A situação está se agravando cada vez mais, e as pessoas continuam a pensar que esse é um problema futuro. O que mais será preciso acontecer para que ocorra uma conscientização geral da humanidade?

sábado, 19 de setembro de 2009

Descaso ambiental

Os textos foram criados por alunas da ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA CARLOS FRIES, Série, 2ª II na disciplina de GEOGRAFIA, com base nos estudos do capítulo 11, Quadro ambiental do Planeta, do livro Geografia Geral e do Brasil - Ensino médio. Volume único. Autores James e Mendes, Editora FTD. São Paulo, 2005.
Opinião de Jade Heberle e Patricia Graciela Franke
Alunos da 2ª Série do ensino médio.

O que penso sobre os problemas ambientais que vem afetando nossas vidas já faz um bom tempo? Inicialmente, acredito que a situação do meio ambiente não é como antigamente. Está se tornando cada vez mais crítica. Problemas relacionados a ele vêm surgindo e se agravando cada vez mais, como o aquecimento global, o desmatamento, as enchentes, dentre muitos outros.
Sabe-se que os processos de urbanização e de industrialização são essenciais para que um país se desenvolva, porém estes mesmos processos acabam gerando problemas ambientais graves - poluição atmosférica e poluição dos rios. O homem acaba visando o desenvolvimento acima de tudo, e, desta forma, acaba passando por cima de florestas e mananciais, destruindo-os, e assim, de uma forma ou outra, acaba prejudicando a si próprio.
O mais preocupante é o enorme descaso do homem – individuo, em relação ao meio ambiente. Quantas vezes vemos alguém jogar lixo no chão? Várias. Em todo momento, todos os dias. Mas as mesmas pessoas que fazem isso estão condenando a si próprias e as demais. Pois o ser humano é egoísta, pensa apenas em si.
O homem é o único animal racional no mundo, e ainda assim faz o que faz. O que fazer então para acabar com esses problemas que o próprio homem cria? Não se deve esperar que governadores, ambientalistas, ou qualquer que seja para resolver os problemas. Cada um deve apenas fazer a sua parte, conscientes, e assim abandonar esse descaso que temos em relação ao meio ambiente, pois ao todo no mundo, há mais de 6,6 bilhões de pessoas, e se, cada um fizer a sua parte, já é suficiente para que se possa viver nesse planeta chamado Terra por muito mais tempo.


Quadro ambiental no planeta

O modo de vida consumista da sociedade hoje é critica. Não há recursos naturais disponíveis para atender ao consumo sem limites, e o que é produzido de lixo, a partir disso, haveria necessidade de pelo menos quatro ou cinco planetas Terra para atender a demanda. A expansão da urbanização e das atividades industriais tem acarretado um preocupante aumento dos índices de poluição. Há muitos tipos de poluição que estão invadindo cada vez mais o planeta.
Com o passar do tempo o sistema capitalista passou a explorar a natureza, deixando de lado os elementos fundamentais para a manutenção da vida na Terra, como por exemplo: a água, os minerais, as florestas, os ecossistemas, que correm risco de desaparecer, provocando um enorme desequilíbrio ambiental, causando vários problemas, tais como, a poluição atmosférica, promovida pela queima de combustíveis fosseis, produzindo grandes quantidades de dióxido de carbono (CO2), a chuva ácida, caracterizada por apresentar grande concentração de ácidos dissolvidos, resultantes da contaminação da atmosfera por compostos de óxidos de enxofre e de nitrogênio, o buraco na camada de ozônio que é um gás azul, encontrado entre a troposfera e a estratosfera, e age como filtro que protege o planeta da radiação ultravioleta, o efeito estufa artificial, alterado pelo processo de industrialização, que faz com que a atmosfera receba um enorme volume adicional de gases, dificultando a dissipação do calor, a inversão térmica que ocorre em uma área urbana, onde uma massa de ar frio penetra sob uma camada de ar quente e as ilhas de calor, quando há um aumento de temperatura nas áreas centrais das maiores manchas urbanas.
O crescimento da população, e o aumento do consumo levaram a humanidade a uma enorme produção de resíduos, que causam poluição quando são depositados de forma inadequada no ambiente. Então, a situação do planeta não está nada boa, mas nem tudo está perdido, há muita coisa que nós, a população em geral, podemos fazer. Não devemos esperar sempre por uma atitude do próximo. Quantas vezes sem querer jogamos lixo nas ruas, nos rios? Como mudar essa situação? A única coisa que devemos fazer é nos responsabilizar por nossos atos e nos conscientizar, porque de alguma forma estamos destruindo o nosso planeta.

Sobre os problemas ambientais?

Os textos foram criados por alunas da ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA CARLOS FRIES, Série, 2ª II na disciplina de GEOGRAFIA, com base nos estudos do capítulo 11, Quadro ambiental do Planeta, do livro Geografia Geral e do Brasil - Ensino médio. Volume único. Autores James e Mendes, Editora FTD. São Paulo, 2005.


QUADRO AMBIENTAL DO PLANETA (MARINÊS FERRARI)

Algo que vem preocupando a humanidade atualmente é o crescimento desenfreado da população e a falta de alimentos, duas coisa que certamente não combinam. Para corresponder as necessidades de consumo da população seriam necessário mais três ou quatro planetas, mas isso não é possível, quer dizer, não há recursos naturais disponíveis para atender as necessidades da população mundial. A falta de alimentos é preocupante e os elementos mais importantes para a vida na Terra correm o risco de desaparecer. Água, fontes de energia e minerais quando usados de forma desenfreada, acabam se esgotando da superfície terrestre. Isso prova os evidentes desequilíbrios ambientais, ou seja, nosso modo de vida está ficando insustentável no planeta em que vivemos.
Com o forte crescimento populacional o planeta vem enfrentando vários problemas atmosféricos como: poluição, chuva ácida, formação de um buraco na camada de Ozônio e o agravamento do Efeito Estufa; problemas urbanos: inversão térmica, ilhas de calor; principalmente na questão da água a poluição de rios, fontes e aquíferos em todo o mundo tornando-a cada vez mais escassa. Mas os problemas não param por aí, a degradação dos solos, a devastação das florestas e a enorme produção de lixo, também preocupa, pois vai se agravando cada vez mais;
Todos esses problemas impulsionaram várias conferências internacionais para tentar resolver essa questão como: ECO-92 (Cúpula da Terra) realiza no Rio de Janeiro em 1992; Protocolo de Kyoto documento que prevê um corte de 5,2% nas emissões de gases causadores do efeito estufa, em 2001 178 países assinara o documento; RIO+10 (Cúpula do Desenvolvimento Sustentado) estabeleceu ações para melhorar a qualidade de vida; AGENDA 21 busca romper com os modelos de planejamento que valorizam as questões econômicas. Mas para tudo isso de certo todos nós temos que fazer a nossa parte, porque a vida no planeta depende acima de tudo de nós, e das ações que praticamos hoje.
Nosso planeta vem sofrendo várias alterações com as atitudes do ser humano, ou seja, se não mudarmos nossas atitudes estaremos acabando com o nosso próprio lar. Não adianta só esperarmos por “milagres” do governo e instituições internacionais para salvar o planeta temos que começar, nós mesmos com atitudes simples, mas que transformam. Não adianta jogar a culpa nos governos, dizendo que não faz nada se nós também não estamos nem aí. Fazemos campanha para reciclar o lixo, preservar a natureza, não poluir, e em nossas casas misturamos o lixo, jogamos papel na rua sem nos darmos conta que também estamos poluindo. O que falta na verdade, é agirmos com responsabilidade e compromisso com o nosso futuro.



A onda Verde (Caroline Horn)

A “onda” do século XXI é ser ecologicamente correto, buscar alternativas de energias renováveis. E por mais que muitas pessoas estejam envolvidas no modismo, muito pouco é realmente feito. Muitas propostas são apresentadas para a sociedade que vê, nas mesmas, além de alternativas para diminuir a poluição, soluções que podem ser prejudiciais, se não reduzirem o seu bem estar e comodismo.
Toda a situação atual só pode ser entendida quando observando o século XX, ou o chamado século das grandes transformações. Foi neste período que o homem, após ter se tornado “dono” do mundo, passou a conquistar territórios, com guerras e a querer mostrar sua superioridade através do dinheiro. Esta fase coincidiu com o imperialismo dos EUA e a difusão do capitalismo como modelo socioeconômico.
Há que lembrar, também, da industrialização e das cidades, que passaram a produzir mais para a sua população cada vez mais consumista, e, que cresceu de forma descontrolada, ocasionando mais poluição do ar e criação dos grandes conglomerados urbanos. O que se percebe no século XXI é que a natureza pode tomar de nós tudo o que tiramos dela.
Com isso, depois de muito destruir, é preciso criar idéias para reconstruir, ou pelo menos manter. Os esforços que empreendemos não produzem os efeitos desejados, ou são feitos de forma errada. E os maiores produtores de gases poluentes não abrem mão de sua evolução com base no desenvolvimento econômico. Tal afirmação pode ser comprovada pelo tratado de Kyoto, acordo mundial que visa a redução de CO², e que os EUA se negam a assinar já que isso prejudicaria a produtividade de suas fábricas.
No entanto não podemos desistir. Vou repetir o velho clichê: faça a sua parte e reze para que os poderosos pensem no futuro, não apenas no hoje. Para nós, é fundamental que exista o amanhã.